Vencer o cancro: a história de Chloe

Uma menina natural da Nova Zelândia conseguiu entrar em remissão após ser sujeita a 3 cirurgias, 6 rondas de quimioterapia e 13 transfusões de sangue para tratar um raro cancro do fígado.

A família de Chloe Larsen sentiu-se “extasiada” quando, na semana passada, a criança, com apenas 5 anos, “tocou no sino da esperança” no Christchurch Hospital’s Children’s Haematology Oncology Centre, celebrando o fim de sua batalha contra um sarcoma embrionário indiferenciado do fígado.

“Neste hospital, quando as crianças terminam os tratamentos e são bem-sucedidas, tocam ao sino da esperança. É uma festa emocionante e quase surreal. Ao fim de todo este tempo, eu e o meu marido sentíamos que estávamos em piloto automático. Por isso, ver a minha filha alegre, a tocar naquele sino, foi incrível”.

Alguns dias após o diagnóstico, Chloe foi sujeita a uma cirurgia para remover parte do seu fígado; depois, a jovem ficou internada durante 45 noites em vários hospitais da região. Para além disso, a família também ficou hospedada na Casa Ronald McDonald durante 91 noites.

Chloe, a sua mãe e os seus animais de estimação. – Fonte: DR

“Tenho que agradecer a todas as enfermeiras e médicos adoráveis ​​com quem, ao longo desta jornada, fomos criando laços de amizade e confiança”.

A mãe de Chloe, Maree, afirma que a sua filha se manteve o “mais positiva possível” durante os tratamentos,

“Ela surpreendeu-nos com toda aquela positividade. Ela nunca reclamou ou questionou o porquê de ter sido diagnosticada com cancro. Soube lidar com tudo, cheia de coragem. Claro que houve dias menos bons, mas tentámos sempre garantir que ela não ficasse assustada”.

Apesar da felicidade, a jornada de Chloe ainda não terminou.

A menina ainda precisa de ser intervencionada e irá necessitar de ser sujeita a tomografias computadorizadas, exames de sangue e testes à sua função renal a cada três meses até atingir a idade adulta; isto para além de ser permanentemente acompanhada pelo seu oncologista.

“O cancro com que a Chloe foi diagnosticada é muito agressivo. O risco de recidiva é enorme; para além disso, também sabemos que, caso haja uma recidiva, a probabilidade de sobrevivência é ainda menor… mas estamos confiantes. Nada lhe vai acontecer”.

Por enquanto, Chloe está de regresso a casa, onde assiste a aulas pela internet, muito devido à pandemia da COVID-19.

Fonte: Stuff

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