Tratar o cancro infantil: St. Jude mantém-se na linha da frente

O poder do dinheiro doado vai além do financiamento de tratamentos contra o cancro infantil no St. Jude Children’s Research Hospital, uma instituição norte-americana que tem contribuído, e muito, para o avanço da pesquisa sobre esta doença, que afeta anualmente milhares de crianças.

“As pessoas vêm até nós à procura de um milagre”, disse Jennifer Stripay, investigadora no St. Jude no Departamento de Biologia Celular de Tumores.

Muitos desses milagres acontecem na Danny Thomas Tower, o local onde são feitas a maior parte das investigações; as descobertas feitas neste laboratório são as causadoras da maneira diferente com que hoje em dia o mundo trata o cancro infantil.

“Aqui temos terapias muito eficazes para certas formas de meduloblastoma, o que não acontece noutras instituições”, continuou a investigadora, referindo, por exemplo, a uma terapia conhecida como terapia do feixe de protões.

Com a ajuda de Jennifer, os médicos conseguem hoje usar partículas de alta energia para matar ou encolher tumores; a precisão da terapia minimiza o dano em tecidos e órgãos saudáveis.

“Isso significa menos efeitos secundários a longo prazo. E é isso que, qualquer pai de uma criança com cancro quer: que o seu filho fique curado e que tenha uma vida longa, bem-sucedida e saudável”.

Esse foi o caso de Chrsiten Peterson, uma mãe que decidiu tratar o seu filho no St. Jude Children’s Research Hospital depois da criança ter sido diagnosticado com um meduloblastoma.

Segundo Chrsiten, a escolha por esta instituição esteve relacionada com o facto do St. Jude Children’s Research Hospital criar mais ensaios clínicos para a pesquisa do cancro infantil do que qualquer outro hospital infantil nos Estados Unidos.

“O St. Jude está 5 anos adiantado. Está 5 anos à frente de hospitais típicos que existem em todo o país em termos de tratamento de crianças com cancro e especialmente em casos de meduloblastoma, como acontece com o meu filho”, disse a mãe.

“É inacreditavelmente poderoso saber que o que estamos a fazer no laboratório está a mudar o que acontece nas clínicas de tratamento. É uma sensação única”, referiu a investigadora Jennifer.

Fonte: Bakersfield Now

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