A leucemia linfoblástica aguda (LLA), o cancro infantil mais comum, afeta desproporcionalmente crianças de origem hispânica/latina nos Estados Unidos. Essas crianças têm 30-40% mais probabilidade de desenvolver LLA do que crianças brancas não-hispânicas, mas a base genética exata e a causa desse risco aumentado são 
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Pacientes em idade pediátrica com leucemia cujas amostras de medula óssea contêm uma proteína específica correm um maior risco de recaída, o que poderia abrir caminho para uma intervenção médica precoce e aumento das taxas de sobrevivência, descobriu um estudo de investigadores de Hong Kong. 
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Cientistas da Faculdade de Medicina da University of British Columbia (UBC) e do BC Children’s Hospital Research Institute (BCCHR) fizeram uma descoberta importante sobre como a leucemia linfoblástica aguda (LLA) infantil evolui e responde às terapias direcionadas. Publicado na Nature Communications, o estudo descobriu que 
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Apesar das mudanças e avanços nas terapias, a prevalência de má função física permaneceu estável entre crianças sobreviventes de leucemia linfoblástica aguda (LLA) e linfoma não-Hodgkin (LNH), de acordo com um estudo publicado recentemente no Journal of Cancer Survivorship. A investigadora Carmen L. Wilson, do 
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Embora os novos tratamentos para a leucemia tenham melhorado os resultados para muitos pacientes, as crianças com síndrome de Down não beneficiaram tanto dessas terapias. Pacientes pediátricos com síndrome de Down correm um risco aumentado de leucemia linfoblástica aguda (LLA) e apresentam taxas mais elevadas 
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A hiperdiploidia é uma condição genética observada em células cancerígenas, onde as células contêm mais cromossomas do que o normal. A condição é particularmente prevalente na leucemia linfoblástica aguda de células B (LLA-B), o tipo de cancro pediátrico mais comum. Para esclarecer melhor esta condição, 
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Um novo estudo da Escola de Medicina Marnix E. Heersink, da Universidade do Alabama, em Birmingham, nos Estados Unidos, sugere que o status económico de uma família pode estar associado a recaídas excessivas de leucemia linfoblástica aguda (LLA) em crianças. “A leucemia linfoblástica aguda, ou 
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A sobrevivência a cinco anos das crianças que desenvolvem leucemia linfoblástica aguda (LLA) continua a aumentar, atingindo os 94%, e há dados novos que mostram que alterações nos protocolos de tratamento podem reduzir ainda mais o risco de recidiva e melhorar a qualidade de vida 
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A investigadora brasileira Jocimara Camargo da Silva desenvolveu um novo dispositivo para monitorizar o tratamento contra a leucemia linfoblástica aguda, nomeadamente a atividade dos anticorpos em reação à administração da enzima L-asparaginase. O protótipo do dispositivo foi criado no Laboratório de Química da Pontifícia Universidade 
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Donald Pinkel, pediatra norte-americano que, a partir do início da década de 1960, desenvolveu um tratamento eficaz para a leucemia infantil, fazendo com que esta se tornasse numa patologia curável para uma grande maioria dos casos, faleceu na passada quarta-feira, 9 de março, na Califórnia, 
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O Serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO de Lisboa) anunciou que, a partir do próximo mês de março, cerca de três dezenas de crianças e jovens com leucemia linfoblástica aguda (LLA) tratados no Instituto vão ter a possibilidade 
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Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) João Lobo Antunes e do Brasil descobriram que um tipo agressivo de leucemia linfoblástica aguda (LLA), o tipo de cancro sanguíneo mais comum em idade pediátrica, é desencadeado por uma mutação no gene que produz uma proteína envolvida 
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