Uma equipa de investigadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveu uma tecnologia inovadora baseada em inteligência artificial (IA) que permite diagnosticar de forma rápida doenças raras em crianças. O estudo foi publicado na revista Genomic Medicine. Os cientistas criaram um novo algoritmo denominado 
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Comparar as alterações de ADN de células estaminais do sangue com células leucémicas pode ajudar a identificar crianças com leucemia mieloide aguda de alto risco. Em algumas crianças com leucemia mieloide aguda, as células cancerígenas têm a mesma quantidade de alterações no ADN que células 
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Tem o nome científico SNAI2 e, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Communications, é a proteína responsável pelo desenvolvimento e progressão do rabdomiossarcoma, o cancro de tecidos moles mais comummente diagnosticado em crianças. A descoberta foi feita por uma investigação realizada pelo 
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De acordo com uma nova investigação, alguns cancros podem ter origem numa mutação prejudicial várias décadas antes de um diagnóstico ser feito, com as células cancerígenas a multiplicarem-se ao longo dos anos sem que ninguém tenha conhecimento. Cientistas da Universidade de Harvard, do Boston Children’s 
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Um grande número de estudos em biomedicina demonstrou que o aparecimento do cancro está associado a uma acumulação progressiva de defeitos no genoma, o que leva ao crescimento descontrolado das células. Embora o aparecimento de tumores seja mais provável e frequente em idades avançadas, o 
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Um estudo realizado pelo Centro de Oncologia Pediátrica Princesa Máxima, na Holanda, mostrou que o número de mutações em células estaminais sanguíneas saudáveis e em células leucémicas não é diferente. Em vez disso, a localização das mutações no ADN é que é o fator relevante. 
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