St. Jude faz novas descobertas sobre fatores de risco

O aumento na pressão sanguínea pode, muitas vezes, ocorrer sem que hajam sinais de alerta, mas há existem maneiras de combater esta condição que, de uma forma geral, leva ao aparecimento de doenças cardiovasculares.

Especialistas já haviam alertado que fatores como o excesso de peso, o consumo excessivo de álcool, uma dieta rica em sódio, um estilo de vida sedentário ou, entre outros, a ansiedade, podem levar a um diagnóstico de pressão arterial elevada; agora, um novo estudo realizado pelo St. Jude Children’s Research Hospital, nos Estados Unidos, alerta para outro fator contribuinte.

Com base em pesquisas conduzidas pelo investigador Todd Gibson, os sobreviventes de cancro infantil têm duas vezes mais probabilidade de desenvolver pressão alta do que adultos.

Os resultados, publicados na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, também sugere que adultos tratados com terapias, como a quimioterapia ou radioterapia torácica, são ainda mais propensos a desenvolver pressão alta.

Para o estudo, 3 106 adultos que sobreviveram ao cancro infantil e que participam num programa do St. Jude Children’s Research Hospital onde, regularmente, a sua saúde é monitorizada, forneceram informações sobre as suas taxas de pressão arterial; neste estudo, a hipertensão arterial foi definida como uma pressão arterial sistólica de 140 ou mais, uma pressão arterial diastólica de 90 ou mais ou se um participante tivesse recebido um diagnóstico prévio de pressão alta.

Apesar das descobertas iniciais do estudo, os investigadores avisam que pesquisas futuras são necessárias e, até que se saiba mais, “os médicos devem estar conscientes de que os sobreviventes de cancro infantil têm mais probabilidade do que o público em geral de desenvolver pressão alta”.

“A boa notícia é que, ao contrário do que acontecia com as terapias anteriores, a pressão alta pode ser um fator de risco modificável”.

Fonte: Yahoo

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