Petição exige maior financiamento para o cancro infantil

Esta semana, no Reino Unido, foi dado início a uma petição que pede ao governo britânico um maior financiamento para pesquisas relacionadas com o cancro pediátrico.

Fiona Govan, diretora jurídica da Comissão Escocesa de Revisão de Casos Criminais, foi a responsável por esta petição, criada em homenagem a seu neto que, com apenas 3 anos, faleceu de glioma pontino intrínseco difuso (DIPG), em 2017.

Na altura, o menino recebeu o mesmo tratamento que uma criança diagnosticada com este tipo de cancro em 1962, o que mostra o quão atrasada está a pesquisa sobre o glioma pontino intrínseco difuso, que continua a ser um dos cancros mais agressivos, com uma taxa de sobrevivência média de apenas 9 meses.

A petição pede ainda que o governo britânico declare quanto foi doado para a pesquisa na área do cancro infantil, e para o glioma pontino intrínseco difuso especificamente.

Fiona Govan argumenta que o governo, através do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde (NIHR), deve conceder fundos para a pesquisa sobre o cancro infantil.

“Os números devem ser transparentes, assim como as respostas do governo sobre a falta de progresso na cura destas doenças”.

Até ao momento, a petição conseguiu angariar mais de 65 mil assinaturas; se chegar às 100 mil, a petição terá de ser levada a debate no Parlamento britânico.

Fonte: Scottish Legal

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