Quando a doença volta: a história da pequena Claire

Claire Bordelon, uma jovem natural dos Estados Unidos, enfrenta, pela segunda vez e com apenas 13 anos, uma forma agressiva de leucemia.

A triste notícia caiu que nem uma bomba no seio familiar, principalmente depois de Claire ter sofrido imenso durante com os tratamentos aquando do seu primeiro diagnóstico. No entanto, e como não poderia deixar de ser, os familiares permanecem otimistas.

“Quando recebemos o primeiro diagnóstico, ficámos chocados. É um clichê, mas nunca acreditamos que o cancro infantil irá afetar a nossa família. Mas afeta… esta doença pode bater à porta de qualquer um”.

As palavras são de Casey Bordelon, a mãe de Claire, que contou um pouco da história da sua filha.

“A Claire foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda em maio de 2016 e começou a fazer quimioterapia um dia depois. Foram quatro rondas de quimioterapia agressiva, com uma semana de intervalo entre elas”.

No final destas sessões, a jovem entrou em remissão, “mas os danos foram tantos que, em setembro, a Claire recebeu um transplante de medula óssea do irmão mais novo, o meu filho Asher, que tinha 5 anos na altura”.

Tudo corria bem, até que, durante o mês passado, em pleno Setembro Dourado – o mês internacional de consciencialização para o cancro infantil – “o cancro voltou”.

“Os médicos informaram-nos de que a Claire possuía uma mutação genética, chamada FLT3, o que aumentava, e muito, a probabilidade de uma recidiva”.

A menina está agora internada, mas, mesmo assim, “mantém uma força e uma determinação inacreditáveis”.

“Ela é uma lutadora!”, diz a sua mãe.

Casey afirma que a confiança da sua filha está a contagiar toda a família, que está a torcer fervorosamente pela recuperação da criança.

“Ninguém quer ser confrontado com um cancro infantil. Ninguém quer fazer parte deste mundo, mas não temos escolha. E quando isto acontece, só nos resta uma coisa: lutar! Lutar muito, nunca desistir e, acima de tudo, apoiarmos estas crianças que tanto precisam de nós!”.

Devido às restrições impostas pela pandemia da COVID-19, enquanto Claire está internada no hospital, apenas a sua mãe e o seu pai a podem visitar.

Fonte: News4Jax

Comments are closed.
Newsletter