Pesquisa identifica genes que permitem diferenciar leucemias

Um estudo realizado por um investigador da Universidade de Salamanca, em Espanha, permitiu identificar novos genes que tornam possível diferenciar as leucemias mais agressivas das leucemias de evolução mais lenta (tipos de tumor que afectam o sangue).
A pesquisa possibilita ainda um acompanhamento mais preciso da evolução das células tumorais que ficam no doente após a quimioterapia e descobrir sinais de possíveis recaídas.
Para a realização do estudo, o investigador principal centrou-se  na doença residual mínima, ou seja, nas possíveis recaídas dos doentes com leucemia mieloblástica aguda. 
Durante a investigação foram identificados também cinco novos genes que permitem dividir estes pacientes em grupos de risco e detectar os níveis críticos ou sinais do tipo de leucemia. 
O autor do estudo considera que quanto mais definida for a classificação da leucemia, mais fácil será a abordagem terapêutica à doença.

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