Número de crianças obesas em Portugal preocupa OCDE

O número de crianças obesas em Portugal preocupa a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), que teme que o excesso de peso na infância se reflita também na idade adulta, favorecendo outras doenças. 
“Alguns países, como Portugal e Itália, têm atualmente uma taxa relativamente baixa de obesidade entre os adultos, mas uma taxa elevada de excesso de peso e de obesidade entre as crianças, que é provável que se traduza, no futuro, numa taxa mais elevada entre os adultos”, indica o relatório “Health at a Glance 2015” elaborado pela organização. 
No que se refere à obesidade e ao excesso de peso em crianças, os piores dados são encontrados na Grécia, Reino Unido e Estados Unidos. Os melhores da tabela são a Indonésia, Polónia e Islândia.
Portugal surge um pouco acima da média da OCDE no que se refere à obesidade infantil. A prevalência do problema regista uma taxa de mais de 25% para os rapazes e cerca de 30% para as raparigas. 
“As crianças que têm excesso de peso ou obesidade correm mais riscos de ter problemas de saúde tanto na adolescência como na vida adulta”, alerta o relatório, que dá como exemplos de problemas as doenças do foro ortopédico, mas também psicológico, como a depressão. Além disso, a probabilidade de vir a ter problemas cardíacos, diabetes ou algumas formas de cancro também aumenta. 
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