Mutação no ADN explica fraca resposta à terapia contra leucemia

Uma pequena mutação no ADN pode despoletar uma reação exagerada na resposta de um gene, gerando um efeito limitado nos tratamentos em pessoas com leucemia aguda.

O estudo realizado por pesquisadores do Centro de Compreensão em Cancro da Universidade Estadual de Ohio, do Hospital Oncológico Arthur G. James e do Instituto de Pesquisa Richard J. Solove concentrou-se no gene BAALC que é, muitas vezes, super-expressivo em pessoas com leucemia mieloide aguda ou leucemia linfoblástica aguda, dificultando a resposta do doente à terapia padrão.

A pesquisa descobriu que a super-expressão do BAALC é despoletada por uma mutação, designada por polimorfismo de nucleotídeo único, que altera a expressão do gene, permitindo que este possa ser ativado por uma molécula diferente.

Os resultados, publicados na revista Proceedings of National Academy of Sciences, sugerem que esta mutação pode ser um marcador útil de prognóstico para orientar a terapia em pacientes com leucemia aguda.

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