Uma avaliação de 164 estudos indica que, em média, 2/3 não contemplam uma listagem da toxicidade, ou seja, os efeitos secundários mais graves, seja de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia.
O autor do estudo, do Hospital Princesa Margarida, em Toronto, no Canadá, explica que 1/5 dos estudos não incluem algumas toxicidades em tabelas de resultados e cerca de um terço não os menciona.
Os cientistas salientam que, muitas vezes, os chamados “pontos finais secundários” podem ser vistos como menos importantes, mas são de facto significativos, dando como exemplo a diferença entre mostrar a sobrevida global e a sobrevida por mais tempo sem reincidência do tumor.
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