Estudos com vermes potenciam novas descobertas no tratamento do cancro

Cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, têm vindo a estudar uma proteína específica de um verme, designada por GFT-1, que está presente em diferentes células, mas cujo papel exacto ainda não foi possível entender. A pesquisa conclui que a proteína controla os aspectos-chave das células, no que pode ser um marco importante na compreensão do cancro.
Um especialista da Escola de Medicina e Saúde Pública garante que a GFT-1 nunca foi implicada no processo de secreção das células em nenhum outro estudo, mas a descoberta mostra-se promissora no sentido em que se sabe que os seres humanos carregam uma proteína muito semelhante que desempenhará um papel similar ao da GTF-1 nos vermes.
O gene que codifica a GFT em seres humanos está relacionado com três outros genes implicados no desenvolvimento de cancros como o linfoma anaplásico de grandes células. A fusão ocorre quando dois segmentos de ADN se combinam para formar um gene “fantástico”, com propriedades completamente distintas.
Estudos com a GFT-1 em vermes permitiram criar um modelo que explica de que modo as fusões TFG podem estimular o desenvolvimento do cancro em seres humanos, pois os investigadores sublinham que determinadas propriedades do TFG tornam-na num oncogene precursor muito eficaz.

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