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Cancro Infantil: descoberta origem do tumor rabdóide maligno

Investigadores do Wellcome Sanger Institute, no Reino Unido, em colaboração com investigadores do Princess Máxima Center for Pediatric Oncology, na Holanda, acreditam ter descoberto a origem do tumor rabdóide maligno, um cancro infantil extremamente raro. A investigação, publicada na revista Nature Communications, descobriu que este tumor surge a partir de células de desenvolvimento na crista neural, cuja maturação é bloqueada por um defeito genético. A equipa de cientistas também identificou dois fármacos

Nova era no cancro pediátrico: atacar vulnerabilidades específicas do tumor

Charles W. M. Roberts, do St. Jude Children’s Research Hospital (EUA), defende que o cancro pediátrico está a entrar numa nova fase: deixar para trás a lógica de tratamentos “para todos” e passar a identificar e atacar vulnerabilidades específicas de cada tumor, com terapias de maior precisão e, idealmente, menos tóxicas. O que mudou desde os anos 60 Roberts lembra que, nos anos 60, apenas cerca de 20% das crianças com cancro

Molécula mostra-se capaz de reduzir agressividade de tumores

No Brasil, cientistas afiliados ao Centro de Pesquisa em Genoma Humano e Células Estaminais (HUG-CELL) da Universidade de São Paulo identificaram uma molécula capaz de reduzir a agressividade dos tumores do sistema nervoso central embrionário, tumores malignos que se desenvolvem nas células fetais do cérebro e afetam principalmente crianças com até 4 anos de idade. A abordagem proposta pelos cientistas pode ser classificada como um tipo de terapia baseada em microRNA,

Tumor teratóide rabdóide atípico: a história de Charlie

Charlie Walsh adora a sua família, a sua cadela Sophie e passar dias inteiros no lago Okoboji, na cidade do Kansas, Estados Unidos. Ser ativo e saudável é algo a que Charlie e a sua família dão imenso valor, muito por causa de todas as peripécias porque já passaram; durante os seus 14 anos de vida, Charlie já foi obrigado a enfrentar desafios muito duros. Charlie Walsh tinha

Descobertas causas genéticas de tumores de tecidos moles

As causas genéticas de um grupo de cancros infantis relacionados foram descobertas por cientistas do Wellcome Sanger Institute e da Universidade de Wuerzburg, ambos na Alemanha. O sequenciamento genético completo dos tumores revelou mutações que são direcionadas por fármacos existentes usados para tratar cancro de pulmão e melanoma.Os resultados, publicados na Nature Communications, têm implicações para a prática clínica e para o diagnóstico de cancros raros em crianças, podendo levar a

Imunoterapia abre novas possibilidades em cancro pediátrico raro e agressivo

O caso de uma bebé de cinco meses, diagnosticada com um tumor rabdóide maligno no rim, revelou novas pistas para o desenvolvimento de terapias celulares personalizadas em oncologia pediátrica. O estudo foi liderado pelo Centro Nacional de Análisis Genómico (CNAG), Institute for Research in Biomedicine de Barcelona (IRB Barcelona) e Institut de Recerca Sant Joan de Déu (IRSJD), em colaboração com a empresa Omniscope (EUA). Um tumor raro e agressivo Os tumores

Cancro cerebral pediátrico: Novo caminho para imunoterapia mais segura

Investigadores da Florida State University (EUA) mostraram, num trabalho publicado na revista Bioactive Materials, a possibilidade das células “Natural Killer” serem reforçadas para melhorar a capacidade de atacarem um cancro cerebral pediátrico raro. "As células NK (Natural Killer) são os polícias do corpo. Patrulham o corpo e reconhecem vírus, bactérias e outros agentes patogénicos, bem como células cancerígenas. O nosso objetivo é aumentar a quantidade e a qualidade destas células, tornando-as

Medicina de precisão ajuda na tomada de decisões sobre tratamento de cancros pediátricos recidivantes

Uma abordagem de medicina de precisão funcional que combina testes genómicos com testes de sensibilidade a medicamentos ajudou a orientar decisões de tratamento para pacientes pediátricos com malignidades hematológicas e sólidas recidivantes/refratárias de difícil tratamento, de acordo com resultados de um estudo observacional publicado na revista Nature Medicine. Os resultados do estudo demonstraram que 83% dos pacientes que receberam tratamentos com base em medicamentos de precisão funcional (n = 6) experimentaram

Cancro pediátrico não é “cancro de adultos em ponto pequeno” e isso muda tudo

Tratar cancro em crianças não é uma versão reduzida da oncologia em adultos. A biologia é diferente desde o início — e isso muda a forma como se descobrem alvos terapêuticos, como se diagnostica a doença e como se desenham tratamentos. É esta ideia que orienta o trabalho de Charles W. M. Roberts, do St. Jude Children’s Research Hospital (EUA), que defende que compreender as regras próprias do cancro pediátrico é

Nova combinação de fármacos mostra eficácia promissora em casos de cancro pediátrico raro no cérebro

Uma nova investigação do St. Jude Children’s Research Hospital (EUA) revelou uma combinação de fármacos com potencial para tratar um tipo raro e grave de cancro pediátrico do cérebro — o tumor rabdoide teratoide atípico (ATRT). Este tumor, que afeta menos de 100 crianças por ano nos EUA, apresenta um prognóstico muito desfavorável e continua a ser um dos maiores desafios na oncologia pediátrica. Neste estudo, a equipa de cientistas testou
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