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Investigação procura melhorar o tratamento da leucemia mieloide aguda em crianças em todo o mundo

Noa Wijnen, médica-investigadora, vai defender a sua tese de doutoramento sobre o tratamento da leucemia mieloide aguda em crianças. A investigação parte de uma pergunta central: como garantir que crianças com esta doença, em qualquer parte do mundo, têm a melhor probabilidade possível de sobrevivência? A leucemia mieloide aguda é uma forma de cancro pediátrico que exige tratamento intensivo e acompanhamento rigoroso. Mas os resultados variam muito entre países. Enquanto nos

Tratamento: nova terapia com resultados promissores na leucemia mieloide aguda pediátrica

Cientistas do St. Jude Children’s Research Hospital (EUA) e do Dana-Farber Cancer Institute (EUA) descobriram uma potencial vulnerabilidade terapêutica na leucemia mieloide aguda (LMA) em crianças, ao identificarem como as fusões da proteína NUP98 impulsionam esta forma de cancro pediátrico agressiva e de mau prognóstico. A investigação, publicada na Cancer Discovery, mostrou que a combinação de dois fármacos pode aumentar significativamente a taxa de sobrevivência em modelos pré-clínicos, mesmo em casos

Leucemia mieloide crónica: Europa aprova medicamento para tratar crianças

O medicamento bosutinib foi recentemente aprovado pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) para uso em crianças com leucemia mieloide crónica (LMC), uma forma rara de cancro do sangue em idade pediátrica. A investigação clínica necessária para esta aprovação foi liderada pelo Princess Máxima Center for Pediatric Oncology e pelo Erasmus MC (Países Baixos). Com a aprovação da EMA e após obtenção do reembolso pelas seguradoras, as crianças com diagnóstico de LMC

Estudo oferece nova esperança para o tratamento da leucemia mieloide aguda recidivante

Novas terapias desenvolvidas nos últimos anos melhoraram drasticamente as taxas de sobrevivência entre crianças com leucemia mieloide aguda (LMA). Mas, nos casos em que o cancro regressa, os médicos, as crianças e as suas famílias enfrentam um novo conjunto de desafios. “Temos tratamentos eficazes para crianças que lutam contra a LMA, mas, para algumas, embora o cancro diminua e o paciente possa entrar em remissão, o cancro pode, infelizmente, regressar”, explicou

RARA, o gene que pode vir a ser útil no combate à leucemia mieloide aguda

Cientistas do Baylor College of Medicine e do Texas Children’s Hospital, ambos nos Estados Unidos, descobriram uma potencial fragilidade da leucemia mieloide aguda pediátrica que pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para esta doença. A equipa foi a primeira a identificar potenciadores específicos - regiões do ADN que conduzem a superprodução de certos produtos genéticos - em células de crianças diagnosticadas com leucemia mieloide aguda. Esses potenciadores foram associados a genes

Cancro infantil: investigação encontra potencial alvo terapêutico para leucemia mieloide aguda

Investigadores identificaram um gene expresso em crianças com leucemia mieloide aguda que pode vir a servir como um novo alvo de tratamento de imunoterapia, de acordo com um artigo publicado na revista Blood Advances. Na publicação, investigadores do Nemours Children's Health System, nos Estados Unidos, descreveram todo o processo investigativo, ao mesmo tempo que afirmaram ser possível abrir o caminho para a criação de novos medicamentos de imunoterapia que melhoram

Sobreviventes de leucemia mieloide aguda sofrem complicações a longo prazo

Pacientes adolescentes e jovens adultos que foram submetidos a tratamentos para leucemia mieloide aguda têm um risco bastante elevado de desenvolver várias complicações de saúde a longo prazo, de acordo com uma investigação realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os efeitos secundários tardios mais comuns entre os sobreviventes foram doenças cardiovasculares, endócrinas e respiratórias; neste estudo, os cientistas analisaram uma população com idades entre os 15 e os 39

Cientistas testam nova forma de tratar leucemia mieloide aguda

Investigadores do Children's Cancer Institute, na Austrália, acreditam ter descoberto o que pode vir a ser uma nova e aprimorada forma de tratar a leucemia mieloide aguda. Ao contrário da leucemia linfoblástica aguda, o cancro infantil mais comummente diagnosticado, a leucemia mieloide aguda é particularmente difícil de tratar; de uma forma geral, esta doença mostra-se bastante resistente aos tratamentos-padrão. Ao investigarem, os cientistas chegaram à conclusão que a possível causa para esta

Leucemia mieloide aguda: sangue do cordão umbilical pode ser útil no tratamento

Uma nova investigação mostrou que o sangue do cordão umbilical pode ser uma fonte de células importante na transplantação de doentes pediátricos com leucemia mieloide aguda. Publicado na revista Blood Advances, o estudo comparou os resultados da transplantação de 317 crianças com a doença que utilizaram células da medula óssea de um irmão compatível, de um dador compatível não familiar ou sangue do cordão umbilical. A comparação foi feita tendo em conta

Cardiotoxicidade associada a pacientes com leucemia mieloide aguda

Pacientes pediátricos com leucemia mieloide aguda que sofreram sintomas de cardiotoxicidade precoce decorrente do tratamento podem apresentar piores taxas de sobrevivência livre de doenças e de sobrevivência global. Estes dados são o resultado do ensaio Children’s Oncology Group AAML0531 trial. Na investigação, mais de um em cada 10 pacientes apresentaram cardiotoxicidade durante um acompanhamento de 5 anos e, destes, mais de 70% dos eventos ocorreram durante a terapia no protocolo. "Os esforços para
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